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Sicoob adquire mais moderno Mainframe da IBM

A plataforma é a mais segura e avançada de Linux para a nova geração de aplicações. O Sistema é a primeira instituição no mundo a implementar a nova tecnologia

Como parte das estratégias do Sicoob, maior sistema de cooperativas financeiras do Brasil, de alavancar seus negócios usando a tecnologia, o Sicoob Confederação adquiriu recentemente 3 novos mainframes modelo Z14 LinuxOne Emperor II, tornando-se a primeira empresa do mundo a implementar em ambiente produtivo o modelo mais moderno de Mainframes da IBM.

 O objetivo é oferecer melhorias ao sistema e atender a necessidade de expansão de processamento e atualização do parque tecnológico, com vistas a acomodar o crescimento dos atuais e novos negócios do Sicoob, incluindo as transações da nova plataforma digital lançada em julho deste ano.  O aperfeiçoamento da segurança é ponto chave desse novo modelo, o que garante o sigilo total dos dados.

 Duas das máquinas já chegaram na sede do Sicoob Confederação, em Brasília (DF). A terceira será recebida em 2018. No último dia 2 de outubro, o primeiro Mainframe Z14 entrou em funcionamento, acionado pelo presidente do Sicoob Confederação, Henrique Castilhano Vilares. Acompanharam a implementação da nova tecnologia o diretor de TI, Antônio Cândido Vilaça Junior; o diretor Operacional, Francisco Reposse Junior; o superintendente de Tecnologia da Informação, Dênio Rodrigues e o superintendente de Sistemas da Informação, Edson Lisboa.

 Maior desempenho

Os equipamentos substituirão os mainframes atuais, responsáveis por hospedar os sistemas críticos de negócio (Canais de Atendimento, Convênios, Compensação Bancária, Sistema de Pagamento Brasileiro – SPB, Tesouraria, Mesa de Operações Bancoob DTVM) e pelo processamento dos demais produtos transacionais e analíticos do Sistema de Informática do Sicoob - Sisbr. Eles proverão um aumento de desempenho estimado de 60% e de capacidade de memória RAM em mais de 150%, comparados ao anterior. 

Essa nova geração foi planejada para fornecer um conjunto único de software e placas dedicadas a segurança total dos dados, definida como "Pervasive Encryption", ou em tradução livre para o português: "Criptografia Profunda". A nova tecnologia garante que os dados sejam embaralhados em todos as camadas de software e hardware do equipamento que poderiam ser exploradas por hackers, dificultando cada vez mais para o atacante obter qualquer informação útil.